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Note di Valquiria de Oliveira

 
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Autore Messaggio
beny
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Registrato: Dec 25, 2006
Messaggi: 1540

MessaggioInviato: Gio Mag 16, 2013 8:26 am    Oggetto: Note di Valquiria de Oliveira Rispondi citando

Note - di Valquiria de Oliveira da agosto 2010 al 7 aprile 2013


Alcuni immagini legato a Valquiria




Ultima modifica di beny il Lun Ago 14, 2017 9:12 am, modificato 3 volte in totale
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beny
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Registrato: Dec 25, 2006
Messaggi: 1540

MessaggioInviato: Dom Gen 25, 2015 11:26 pm    Oggetto: DÉJÀ VU - Valquíria de Oliveira Rispondi citando

DÉJÀ VU
25 gennaio 2015 alle ore 22.29
Eu sei a diferença entre certo e errado.
(Acho que muito tempo atrás eu compus o primeiro verso.
Então, é um déjà vu, uau!)
Eu sei a diferneça entre loucura e sanidade.
(Deixarei o verso anterior assim, com erro de grafia
porque no meu d´jà vu eu errava a digitação. Incrível!)
Eu sei a maldita diferneça entre real e (deu branco)
não é irrealidade, nem ficção, nem... apagou-se uma memória)
(trocarei/mudarei este verso)
Eu sei a difeerença entre o falso e a realidade.
Dá pra creres em mim, um só momento?
Dá pra acreditares que muito antes de te conhecer já te tinha visto?
E talvez, em teus sonhos eu também tenha estado.
Só precisas tentar recordar-te.
(lembrei-me!)
Eu sei a diferença entreo o real e o imaginário.


Eu escrevo por prazer apenas.
Sei que é loucua a forma como escrevo
Sei que atormento minhas musas com minhas verdades
(Que são parcialmente verdadeiras.)
Creias-me, sofro sendo tão grave, tão fatal.
Vejo tuas fotos vez em quando.
Não sitno mais nada.
Não sinto dor, nem amor, nem temor, nem vergonha
(Devia ter usado a palavra pudores)
Eu não sinto medo do futuro
Nem vergonha do que passou
Eu estive doetne, mas foi só doença de Amor.

(Esta noite eu sonhei.
Eu dormi cedo e acordei ainda madrugada
Antes das 4, talvez, um pouco depois
O relógio parece não andar -devia dizr: correr
Quando se tem insonia
Os segundos parecem uma eternidade
Qque nunca vai amanhecer...
Eu tenho dormido bem
Sim, tão bem que meu corpo dói de tanto sono
De tanto estar na cama
Estou de férias... que acaba hoje.
A partir de amanhã o meu sono vai voltar ao que era
Vou dormir pouco, acordar de madrugada.
Ficar olhando o teto
Recordando nada, porque não há nada que eu possa recordar
Apenas desejos que eu gostaria de ter realizado)

Com você (tááááá! eu troquei a concordância.
Grande coiiiisa! Permanecer contigo o tempo todo.)
Com seus beijos, que não sei se serão de feijão, ou de arroz, kkkkkkk
(Analogias à parte, usar o termo de outro poeta,
não parece sem propósito)
Percorrer você como percorrer um jardim cheio de flores,
Uma fazenda cheia de paisagens novas,
Uma rua cheia de arranhacéus...
Meu querido! Eu sei a diferença entre certo e errado.
Não teste minha tolerância.
Por favor! Não me teste mais!

Eu estive doente
mas foi de maor, de roma, de ramo, de omar,
Não... de Amor, rsrs
Creia-me eu sei a diferença entre verdade e mentira
Real e ficcional,
Falso e derradeiro,
(tá certo, tá certo, derradeiro não tem nada a ver com falso,
Mas você deve convir que é diferente, kkkkkk)
Eu estou brincando. Esetes versos são pra brincar com você
Camar sua atenção (chamar, kkkkk)
Bem lá no fundo eu estou brincando triste-mente com as palvras
O meu déjà vu não passou...
Tudo que estou escrevendo é pra que você saiba
Que eu não sou maluca

Talvez um pouco...

Mas não admito nada!
Se não for na presença do advogado.
Creia-me, preciso de você
Que é aminha cura
Mesmo não estando doente
Você será sempre o meu melhor remádio.
Acho que dá pra você saber o que significa pra mi.
Estar tão longe, me deixa sem ontade de viver.
Olhar suas fotos não é o bastante.

Geanne vom Rainer, heterônimo de Valquíria de Oliveira, 25/01/2015, 17:16.

(Vocês devem se perguntar o que há de interessante em clonar a ideia de outro poeta usando heterônimos. Kira Oliver nasceu antes de mim; Elizabeth Cristina, quando eu era adolescente; Geanne surgiu quando estava na Faculdade, embora seja fruto de uma dor muito grande, de um parto dolorido e cheio de sequelas... Theo Santos, também nasceu de uma dor, Kila Keller dos horrores da TV, mas sabe, quando Kira, Elizabeth e Geanne nasceram, não sabiam o que era heteronismo, mal tinham lido de Fernando Pessoa alguns versos. Todos eles foram inventados? Não!... Eles são pedaços de mim. Alguém já parou pra pensar o que Fernando realmente sentia? Suas dores, seus fracassos pessoais, amorosos, financeiros, religiosos, intelectuais?... Olhamos e lemos sua poesia como se ele fosse um gênio, mas certamente ele não se sentia assim. Sentia-se como um ser perturbado por tantas faces que possuia e às quais ele tinha que deixar sair de dentro de si em forma de poesia.

Não são personagens, e, se heterônimo signifique múltiplas personalidades, aí sim, concordarei que tenho algo em comum com ele, porque uso o termo apenas para que as pessoas saibam a diferença entre a Valquíria e o poeta que escreveu. Quando garota, não conhecia Fernando Pessoa, mas Kira cantava em Inglês e Elizabeth brincava entre as árvores como se fosse uma borboleta leve e suave. Uma menina que teve uma realidade tão dura e terrível, e ainda assim, sorria e via a vida como a "Pollyanna Menina", também não tinha lido "Pollyana", mas algumas partes de mim se identificam com a Pollyanna, com Dorian, com Wotton, Basil. Descobri o efêmero e o passageiro com eles, aprendi o pecado e a redenção através da morte. Eu não me considero louca. E se alguém considerar... e daí, também pensaram isto dele, não mereço mais que ele, nem espero que pensem que sou convencida de nada, kkkk (não há um sorriso por trás deste kkkk, apenas uma ironia).

A Valquíria está triste sim, eu, a poeta também estou, por motivos iguais, ou diferentes... afinal, usamos o mesmo corpo e temos que conviver com isto, como gêmeos siameses, amamos pessoas diferentes e eis o motivo de tantas musas, de tanta divergência de sentimentos. Geanne ama o Anjo que a fascinou soberbamente, Valquíria ama o homem que ela pensa que a protegeu, e os outros já perderam seus amores, suas expectativas amorosas.

Valquíria deseja o Homem que pode completá-la, mas eu acho que ela é idiota por querer um Homem quando pode ter um Anjo (hilário, né?!)

No fim das contas, esta briga que os gêmeos travaram entre si os fez perder Anjo e Homem. Ou talvez não. Fato é que se os dois se deram conta em algum momento deste amor corrompido e desvirtuado, ambos se apavoraram e fugiram, embora, eu saiba e ela também, que ambos nos amaram, por motivos iguais ou diferentes. Ambos nos protegeram com o resto de racionalidade que possuíam. Talvez os dois estejam malucos agora... Sabe-se lá! Fingindo amores que não sentem. Satisfazendo seus corpos (ou não)...

Eu estou cançada. Vou parar de escrever agora. Meu nome é Geanne, tenho 37 anos, passei algum tempo numa casa de repouso (esta é uma forma menos agressiva de dizer que meu ex-marido me colocou no Hospício por quase quatro anos, à força, sob alegação de que eu era drogada, estava esquizofrênica e podia colocar a vida dos meus filhos em risco). Ele inventou que eu morri de overdose. Kira Oliver o perseguiu durante quase 4 anos pra que fizesse minha cremação, porque era este o meu desejo. Naquele dia estava chuvendo torrencialmente. Eu não sei como ele coneguiu um cadáver e simulou pra minha família e amigos a minha cremação, mas já faziam quase 4 anos desde o meu velório, então, a não ser que fosse feito exame de DNA não seria possível identificar naqueles restos a mulher que eu fora.

Relembrar isto me deixa extrremamente cansada. Maldito! Ele não sabia que alguém me ajudara a desentoxicar das drogas que me davam. Então, um dia, eu fugi dali com sua ajuda. Não fui pra casa imediatamente, mas soube através de um telefonema que estavam todos na minha cremação. Acham engraçado? A cerimônia já estava realizando-se quando lá cheguei. O fogo creptava ferozmente devorando a madeira e os ossos carcomidos pela traça e pelos vermes. O fogo consumiu tudo muito rápido e em poucos minutos deixou apenas as cinzas e o silêêêncio. Eu ia apenas embora, quando vi meus filhos. Se tivesse ido embora ele jamais poderia tentar me localizar sem que todos soubessem sua fraude. Eu estava às costas de todos, mas queria ver pela última vez a face dos meus filhos, então vi uma portinhola ao lado do crematório. Parecia ser tão escuro do outro lado que ninguém me veria, então eu dei a volta saí pelo corredor lateral à capela onde o corpo estivera e entrei numa salinha obscura e fedorenta, onde preparavam os corpos pra incineração, havia um mal-cheiro que acreditei ser do corpo que haviam preparado. Haviam vários produtos químicos pelo local. Não conseguia distinguir aqueles odores misturados ao creiro de cadáver decomposto.

Eu aproximei-me da portinhola e olhei os expectadores da cremação. Meus filhos não choravam, o que eu podia esperar, já se passaram 4 anos. Meus amigos pareciam tristes, mas fora nos olhos de Kira que eu vira a verdadeira dor. Não pensei que ela se aperfeiçoara dessa forma. Talvez ela estivesse se lembrando da Elizabeth. Talvez ela se lembrasse como nos conhecemos. Do que conversamos. De seu desabafo... talvez até tenha comparado a morte prematura de elizabeth à minha.Nnão sei porque motivo, era difícil me conter. O fogo ainda creptava devorando o restante da madeira, mas algo aconteceu. Foi tudo muito rápido. Fiquei muito próxima do forno. Minha roupa absorveu calor rapidamente e começou a quimar-se. Tirei o casaco que me cobria o corpo e o capuz que me cobria o rosto, acho que estavam todos tão absortos com aquele silêncio que não viram quando eu saí da saleta escura tentando apagar o fogo que devorou rapidamente a fina peça de cetim que usara pra me esconder. Acho que o brilho do tecido dera ares de luminescência à minha personagem saída das trevas e do fogo. Alguém gritou entre os expectadores: uma Fênix. Mais tarde soube que fora Kira quem fizera tal comparação ao me reconhecer. Todos gritaram apavorados, alguns correram saindo da capela, outros correram em minha direção. Entre eles estava Kira e meus filhos. Meu ex-marido imaginou que aquilo era algum castigo divino e correu para apanhar a roupa caída que pegava fogo jogando-a entre as brasas. Pegou-me pelo pescoço e tentou enforcar-me arremessando-me contra a parede, eu debati furiosamente por minha vida.

Kira correu ao meu socorro e defendeu-me bravamente. Eu não sei se onde tirara aquela força, mas conseguimos segurá-lo. As crianças olhavam atônitas o que acontecia, estavam felizes e assombradas. Eu parecia um fantasma saído das sombras, mas ao mesmo tempo, um ser mágico que saíra das trevas. Os seguranças vieram e contiveram-no afastando-o de nós. Kira olhava-me com pasmo sobrenatural. Eu não sorri, nem chorei. O momento era confuso demais pra ter ou demonstrar qualquer reação. As pessoas voltaram pra capela de cremação ainda assustadas. A ideia de Fênix circulou entre todos e eu havia renascido das cinzas.

Soube mais tarde que meu ex-marido fora encontrado morto, um infarto, talvez um colapso nervoso. Ele fora levado pro hospital mas não sobrevivera. Eu não voltei pra casa. Fui para o hotel com Kira. Kira Oliver minha amiga e mestra, minha mentora intelectual. Por causa dela escrevi Carta de Amor. Wagner era a grande musa daquele primeiro livro, mas depois disto veio o segundo, "Carta de Amor - Renascida das Cinzas", não publiquei nenhum deles ainda, mas Kira Oliver fora o gatilho. Talvez, em breve análise devesse dedicar a Elizabeth parcela de culpa, afinal, o título do livro era dela. Já fiseram alguns anos que tudo aconteceu. Com a morte do meu ex-marido eu silenciei toda a história do manicômio aos meus filhos, mas não pude negar uma explicação à Justiça, quando pedi minha reintegração ao mundo dos vivos.

Kira ainda conta a todos o milagre de minha ressurreição. Ainda chama-me de Fenix quando estamos à sós. Não nos vemos com frequência como eu gostaria. Ela é bem solitária. Seus hábitos ainda são os antigos. Sai de casa pra trabalhar e sério, ela não precisa trabalhar. Faz tudo em casa mesmo. Recebe todas as informações que precisa em casa. Depois da minha suposta morte ela entrou em grande tristeza. Ela pensava que tudo que tocava se perdia. Ela afastou-se de todos os amigos durante aqueles quase 4 anos. Theo Santos talvez tenha sido o único a insistir com sua amizade. Ela parou de lecionar Literatura e Filosofia. Seus pensamentos tornaram-se escassos, ao menos, os pensamentos escritos, porque pensar, ela pensava o tempo todo. Soube também que tinha uma irmã gêmea idêntica, Kila Keller. Elas foram afastadas quando eram bebês e criadas por famílias distintas em virtude de uma maldição que fora lançada sobre seus pais por uma bruxa.

"De seu sangue nascerão um Anjo e Demônio e lutarão pra que o Monstro não devore o a Criatura de Luz, ou que esta não mate o aquela pra se defender, mas em qualquer das hipóteses, vocês nunca saberão qual deles fez o bem e qual praticou o mal, tamanha probabilidade de estarem certos ou errados. Sua vida será de dor e sofrimento e não haverá um dia sequer que desejem terem nascido."

Amanda Oliver Keller já estava grávida e quando as crianças nasceram... duas meninas... ela decidiu separá-las, sem que uma soubesse da existência da outra. Fez seu irmão Calmon Oliver jurar que criaria uma das meninas mantendo-a longe da outra, sem que nunca se vissem e fez sua cunhada Catherina Brenner Keller, irmã de seu esposo, Karl Brenner Keller prometer sobre a blíblia que jamais revelaria a verdade à outra criança, parece engraçado que a Catherina não acreditasse na bíblia e enxergasse aquele como um livro qualquer. Amanda e Karl morreram em um acidente aéreo "28 de Julho - Um Constellation (Voo 099 da Panair do Brasil) se choca contra o Morro do Chapéu, nas proximidades do aeroporto de Porto Alegre(no atual município de Sapucaia do Sul que na época era um distrito de São Leopoldo). Um dos maiores desastres da aviação até então, o acidente deixou 51 mortos" entre eles, os pais de Kira e Kila.

Bem, Kira foi criada no Brasil, por seu tio Calmon, ator e dramaturgo e por isto a pronúncia do nome é como se escreve por aqui, mas Kila foi criada nos Estados Unidos por sua tia, então seu nome pronuncia-se Kaila.

Kira seguiu os passos intelectuais de seu pai Calmon e tornou-se jornalista e produtora de arte, mais tarde, com a morte do pai, desgostou-se do teatro e virou professora, agora, só trabalha em casa, saido apenas para o que for necessário.

Kila Keller fez medicina. Estranhamente tornou-se poeta e o resto de sua história, não me cabe contar, por suas peculiaridades. Algum dia, quando souberem tudo que aconteceu com estas duas criaturas, compreenderão que:
"Há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia." William Shakespeare

25/01/2015 Geanne Vom Rainer, 19:29

Valquíria de Oliveira Gostaria que alguns amigos lessem este texto, Luís Paulo Rodrigues, Livraria Scriptum, particularmente o Wagner Moreira, que trabalha na Scriptum, Machado, Paulo Cecilio, Antonio Joaquim, Manon, Ademir, Claudinha, Settineri, João Antonio, Aden, ...Altro...Vorrei che alcuni amici di leggere questo testo, Luís Paulo Rodrigues, Bookstore Scriptum, particolarmente Wagner Moreira, che lavora presso Scriptum Machado, Paulo Cecilio, Antonio Joaquim, Manon, Ademir, ciccio, Settineri, Joao Antonio, Aden, Wolbert...Altro...Tradotto da Bing
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Valquíria de Oliveira Não posso me esquecer de Luigi, Beniamino, Aldo, Amaranta, especialmente porque eles fazem parte da trama de "Carta de Amor - Renascida das Cinzas", minhas musas, se o Ari Lophius ainda estivesse conectado no face, acho que também seria marcado neste poema. Estou aprendendo a escrever sem musas, mas a musas que tenho, ou que tive, são muito importantes para mim. BeijocasNon può dimenticare Luigi, Aldo, Beniamino, Amaranta, soprattutto perché sono parte della trama di "amore lettera-rinasce dalle ceneri", mie Muse, se Ari Lophius erano ancora Unite in faccia, penso che avrebbe segnato anche in questa poesia. Sto imparando a scrivere senza Muse, ma Muse che hanno, o avevano, sono molto importanti per me. Baci

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